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Introdução Pessoal (um par de frases)

Biografia (limite de 4000 caracteres) 4000 character limit to biography, four thousands characters to describe what Flavia has been done in the past three decades. 4000 characters, and now 169 already have gone, to make la grafia de la vida, the writing of some life, a escritura da vida. A part of course from all the eating, and breathing, and sleeping in bed, what else worthwile speaking about? Since those everyone have been doing, what's then that make Flavia special? What makes her deserve a second look? Don't you know that she asks herself this same question every morning? And, if you're sincere enought in yourself, wouldn't you ask yourself this same question? Or are we all still believing in the very special kids we are, so different from our classmates, that our mama and papa used to tell us? But then, my friend, perhaps you didn't experience this naive shock yet , the one that will shows you undoubtedly that we are not special at all and our biography
Postagens recentes

A Vida está constantemente destruindo você

Calma, vamos entender essa frase antes de sairmos a falar aquilo que achamos que entendemos. A vida está constantemente destruindo as imagens que você cria de você. Se você, como a Flávia, se acha um ótimo cozinheiro, com anos de experiência, tão bom que tira fotos e compartilha suas aventuras culinárias e, veja bem, se depara com isso: Pois bem, você, grande chef recusará esse pão, como sua obra, pois ele não se encaixa na imagem que você construiu para si mesmo. Principalmente depois de ter recebido inúmeros elogios sobre seus pães e desfrutado de algumas horas de devaneio e prazerosa imaginação sobre seus poderes e possibilidades e êxitos na arte de fazer pão. O pão, este pão acima, fere a imagem que você construiu.  Então, você pode rastejar na dor da perda da sua imagem, culpar algo ou alguém por sua falha, criar planos mirabolantes de aperfeiçoamento, e etc. Sim, claro que você — ou melhor, a imagem de você  — pode criar tudo isso para não morrer, para não

Eu tomo banho todo dia, mas sabão limpa mesmo por quê?

Você poderia esperar que este texto começasse de outra forma além dessa velha conhecida?: "Ah! Aquela deliciosa sensação de limpeza e frescor, você enrolada numa toalha felpuda pronta para um sono reparador agradecendo à querida saboeira pela trabalho primoroso de unir óleos, álcalis, óleos essenciais aromáticos, te fornecendo tudo isso numa barra de sabão, aquele sabonete que ocupa um espaço (espero) privilegiado no seu banheiro e que você mostra os dentes pro engraçadinho que se atreve a usá-lo sem a sua autorização prévia." Esse post é uma continuação desse  outro  onde foi explicado o que é, de fato, sabão. Mostramos do que ele é composto, como é formado, investigamos suas moléculas, e finalizamos com a pegunta: afinal por que sabão limpa? Veja bem, sabão limpa desde que sua mãe lhe mandava lavar atrás das orelhas e lhe fiscalizava as unhas pra ver se você não tinha apenas lavado os pés pra voltar correndo para brincar no quintal, ou pros seus gibis, ou pro

Sabonete de Eucalipto e Mel

Sabonete de Eucalipto e Mel Esse já é um clássico. Um dos primeiros sabões que produzi, sempre requisitado, sempre adorado. O óleo essencial de eucalipto é um dos aromas mais conhecidos e apreciados. Lembra frescor, mata, lembra aquele cheirinho de sauna e do vapor de água quente responsável por curar muitas gripes. De fato, o eucalipto tem sido utilizado desde tempos imemoriais por suas propriedades terapêuticas. Você é capaz de imaginar um ser humano caminhando e deparando-se primeiro, com um aroma, um frescor, uma vitalidade, e depois, identificando esse aroma à uma árvore comprida, de folhas alongadas, extremamente aromáticas? Flores e folhas da Corymbia citriodora A Flávia tem uma história pessoal para compartilhar: cheguei à cidade de Fátima, em Portugal já à noitinha, assisti à uma muito emocionante Procissão das Velas ao lado do meu pai e uma emocionada avó nonagenária. No dia seguinte, acordei bem cedo, e fui correr. Fazia frio, para meus padrões tropicais, atra

A Trajetória da Pregação

Embora gostemos de imaginar que não, todos vivemos através das nossas crenças. Claro que ler isso não será e não é suficiente para que a percepção desse fato lhe venha, ou, dizendo em outras palavras, para que lhe caía a ficha de que você é um crente. Sim, eu sei, é difícil, muito difícil de admitir, principalmente se você baseou toda a sua concepção de vida numa ideia "lógica, racional e cientificamente comprovada". Ou seja, se você lá nos seus primeiros passos refutou a concepção de vida que lhe era ensinada. Mas está é a história da Flávia.  A Flávia, muito certa de suas convicções, questionava os conceitos religiosos e morais do seu meio. Ou seja, ela reagiu aquilo imitando outros conceitos. Embora agrade a vaidade dela, não era nada novo, era apenas imitação. Como ainda continua sendo, mesmo que, repito, gostemos de pensar o oposto. O fato é que não fazemos nada de novo. E a Flávia, como representante da humanidade, trocou uma crença pela outra. Descartou

Sobre comida, alimento e amigos

Coagem do Suco de Clorofila Quando a Flávia tinha lá seus 20 anos, ela cozinhou uma refeição para um par de amigos. Naquela época cozinhar significava seguir as instruções de um rótulo e aquecer um molho de tomate de caixinha. O resultado?, bem, o resultado feriu o orgulho e a vaidade da Flávia. Mas não perdi o amigo, ainda até tenho ele no Facebook, por mais surpreendente que isso possa ser. A Flávia ainda lembra de ligar para a mãe perguntando como se preparava arroz (naquela época internet só depois da meia noite). A mãe, pacientemente, respondia, e também pagava a conta de telefone, muito resignadamente, pode-se dizer. O cardápio consistia em cachorro quente, sopa de ervilha, miojo, pizza, refrigerante e muitos salgadinhos do China, novidade então. O resultado, digamos, o resultado exterior se apresentava em 86 quilos distribuídos de forma não homogênea. E sabe-se lá quais eram (e são) os resultados interiores.  Broa de Milho Seria muito agradável pra Flávia dizer que

E o que é sabão mesmo, gente? Faltei a aula de Química, todas elas!

A criação sem sabão Se você e eu habitamos o mesmo planeta, ambos, como bons conhecedores dessa terra, sabemos que não existe árvore de sabão. E nem cachoeira, e nem montanhas, e nem hortinha, seja ela orgânica ou o temível, o bicho papão da nossa era, agronegócio. Isso, não significa, claro, para o bom homem capitalis que somos, que não inventamos uma forma de vender "sabão" (mesmo não o sendo) em larga escala e enriquecer nossos bolsos, figurativamente falando, pois hoje dinheiro é algo demodê, e sujo, muito sujo, nojento, infecto, afirma com convicção meu pai bancário aposentado. E convenhamos, ele tem a sua excelência no assunto. Na última, e primeira, viagem que fizemos juntos, deixou de comer um pastel de Belém, ressalto pastel de Belém de Portugal, em Portugal, pois, numa retrospectiva do seu dia, havia, em algum momento, algumas tantas horas antes, tocado em umas moedinhas. Dei-lhe na boca, e lhe omiti, obviamente, a minha própria culpa, pois sou uma boa filha,